Os desafios da sustentação tecnológica na área de comércio exterior

O comércio exterior está em constante transformação, os desafios desse setor surgem a todo momento. A transformação digital impulsiona a dinâmica do gestor na busca sistemática de recursos tecnológicos que facilitem e diminuam os custos das operações comerciais relativas à importação e exportação de produtos. 


Acompanhe neste artigo os desafios da Tecnologia da Informação (TI) na área de comércio exterior e algumas realidades enfrentadas pelo setor, referentes à sustentação tecnológica.


Tecnologia da informação em foco


Na contramão da crise, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de fevereiro deste ano, desenvolvida pelo IBGE aponta que o setor de serviços cresceu 10,9% em 2021 e superou as perdas de 2020. A atividade de informação e comunicação, que abriga o setor de TI, foi uma das que mais se destacaram, com crescimento de 9,4%.


E para este ano, outra pesquisa, desta vez, realizada pela consultoria Gartner, prevê que os gastos mundiais de TI crescerão 5,1%.


O reflexo deste crescimento influenciou o mercado de trabalho, pois um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM) aponta que para 2025 a demanda será de 797 mil profissionais de tecnologia.


Agora o objetivo da Associação é desenvolver estratégias para ampliar a formação de talentos para superar o déficit previsto.


Panorama do comércio exterior e TI


No setor de comércio exterior a agilidade e segurança são fundamentais, tanto para redução de custos, quanto para cumprir o compliance no mercado.


Dessa forma, o investimento em tecnologias de ponta é primordial para que as necessidades da área sejam compreendidas. As decisões dos gestores no comércio exterior precisam ser assertivas em relação ao mercado, sejam elas preventivas ou objetivas. Como resultado, a competitividade da empresa cresce e a coloca em níveis de excelência na importação ou exportação.


Contudo, apesar da tecnologia ser uma ferramenta essencial para a evolução do setor, encontrar um parceiro certo, que dê o suporte as soluções Thomson Reuters e que realmente seja especialista em mercado internacional e agregue positivamente às operações é outro desafio a ser superado.


Importância da TI no comércio exterior


Considerando a atual defasagem de profissionais na área de TI de forma geral, utilizar recursos internos que não possui a expertise em comércio exterior torna-se ainda mais desafiador.


E o fator complexidade aumenta quando, na busca de um parceiro de sustentação e suporte de comércio exterior incluímos o elemento “que ele realmente entenda do negócio”. 


Veja as principais atribuições desse parceiro de sustentação:



  • O time técnico do parceiro não precisa entender somente da parte técnica, mas também de importação e exportação;

  • Estar atualizado as regras e legislações do comércio exterior;

  • Dar suporte imediato ao gestor aos  problema existente, de forma a resolvê-lo de maneira rápida e assertiva, bem como, esclarecer as dúvidas que possam surgir no processo.


A boa notícia é que aqui na NGR Global o gestor de comércio exterior e também o de Tecnologia encontrará esse parceiro de sustentação ideal para dar o suporte necessário e alavancar ainda mais os negócios. 


Somos uma equipe de especialistas em comércio exterior e soluções de TI, e ambas atribuições convergem para o crescimento e competitividade do negócio.


Além disso, nossa equipe trabalha de forma ágil, assertiva e eficiente, refletindo em redução de custos e maior compliance.


Desafios da TI no comércio exterior



  • Gerenciar soluções On Premise:


On Premise é um servidor composto de hardwares físicos que ficam armazenados na empresa. Precisam de ambiente condicionado e nobreak para backup e proteção do dispositivo em caso de quedas e picos de energia.


A tecnologia on premise não exige conexão com a internet, rodando através de terminais internos. Este modelo exige investimento maior e atenção direcionada, além de permitir personalização como, acesso ou não à base de dados. 


No setor, muitos clientes ainda utilizam o servidor on premise, porém a tendência é inovar a solução. A estimativa apresentada aqui na NGR Global é de que aproximadamente 25% dos clientes utilizam esse servidor.



  • Gerenciar inovação com soluções Cloud:


Outro servidor, o Cloud não permite acesso aos dados por parte do TI. A análise necessária é feita através da aplicação. O parceiro de sustentação tem desafios para gestão de acessos. O servidor Cloud é contratado como serviço, junto a um provedor responsável pela infraestrutura, manutenção e recursos periféricos, retirando a demanda do setor de TI.


A hospedagem acontece na nuvem, dispensando espaço físico, exigindo apenas uma boa conexão de internet. O acesso ao Cloud pode ser feito de qualquer lugar desde um dispositivo móvel a um computador. Serviços na nuvem podem ser mais protegidos que os servidores na empresa, para o caso de pouco investimento em segurança.


O valor pago é menor em comparação ao on premise, requer pagamento de mensalidade – baseado no uso — e dispensa investimento inicial ou horas de manutenção e treinamento de equipe. 


Com exceção de alguns clientes, a maioria dos novos parceiros optam pelo cloud. O produto é mais oferecido pela equipe de vendas do TI pois apresenta custos menores ao que o on premise, a longo prazo traz mais performance, agilidade e segurança dos dados e, a curto prazo, economia nos gastos com reparos, manutenção e funcionários. 


Mudar para um servidor que não apresenta estrutura física dentro da empresa, gera insegurança por não lidar com algo palpável, contudo ao analisar de forma macro a aquisição, percebe-se que tal infraestrutura é dispendiosa e trabalhosa para manter em funcionamento estável e constante.



  • Atualização de versões:


Há diferenças de acessos em ambos os servidores, dessa forma, o suporte também se diferencia. 


Clientes cloud recebem atualização direta da Thomson Reuters, já clientes de outro servidor, recebem suporte especializado da NGR Global que é parceira da Thomson Reuters. 



  • Terceirização:


A terceirização do setor de TI consiste na contratação de uma empresa especializada no serviço pretendido. A contratação desse serviço permite ferramentas e colaboradores aptos para prestar o serviço em tempo real.


Os benefícios da terceirização, além de prevenir o surgimento de problemas de TI, também reduz custos com contratações e agiliza o processo de solução de problemas.


O gestor poderá alinhar o objetivo de seu negócio com o setor de TI de maneira mais eficaz. 


Nós da NGR Global prestamos este serviço com profissionais especializados em comércio exterior, com um time certificado e premiado pela Thomson Reuters.


Caso, você gestor, se identifique com esses desafios, fale com um de nossos especialistas. Temos a melhor solução para o sucesso do seu negócio com especialistas no setor de comércio exterior.


65 dias atrás - 15 min


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